AAARGH

Associação de Antigos Amadores de Recitais de Guerra e Holocausto

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O REVISIONISMO DO HOLOCAUSTO EM PORTUGUÊS

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http://aaargh.vho.org/port/port.html>
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http://www.abbc.com/aaargh/port/port.html>
Maio de 2007

NOVO !!!

Embaixador desmistifica «lenda» Sousa Mendes

Diabo, 3 de Abril 2007, Lisboa. <pdf> 2 pag., 1,1M

«Os Grandes Portugueses», a figura de Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus no período da II Grande Guerra, continua envolta em muitos mistérios e alguma polémica. Para uns, Sousa Mendes é recordado como «um homem bom e justo» que, em Junho de 1940, contrariando as ordem do Governo de Lisboa, emitiu vistos e passaportes e, nalguns casos, chegou mesmo a atribuir falsamente a identidade portuguesa a milhares de foragidos, sobretudo judeus, que pretendiam, a todo o custo, alcançar lugares tidos por seguros. Como Portugal, que Salazar conseguiu manter neutral no conflito.
Para outros, o cônsul está longe de justificar o papel de «herói» que muitos lhe atribuem e, aqui e ali, tentam repor a verdade àquilo a que chamam a «falsificação da História» e, através de factos, muitos deles documentados, desmistificam a «lenda» Sousa Mendes. ao exercício. Outra verdade que tem sido ocultada pelos defensores de Aristides Sousa Mendes: o cônsul condicionava a emissão de vistos e passaportes ao pagamento de verbas e à obrigatoriedade de contribuição para um estranho «fundo de caridade» por si próprio instituído e gerido.


Sionismo X Nazismo

A semelhança dos opostos

<pdf> 18 pag. Humanus

Churchill afirmou que a Verdade é a primeira vítima da guerra. Realmente, pois a guerra é feita pela mentira. A mentira dos nazistas, a mentira dos sionistas, a mentira dos aliados e a de Churchill. A mentira das ideologias. É preciso nunca perder de vista que as ideologias mais radicais são castelos de cartas que podem subitamente desmoronar ao mais leve toque
da Verdade. E é preciso nunca deixar de acreditar que, como disse Arendt, apenas o Bem é realmente radical, pois só ele tem raízes. E que o erro, a ignorância, a desarmonia, mesmo quando parecem ser as regras, são anomalias, enfermidades passageiras, nuvens turvas que um inesperado sopro de benevolência tem condições de dissipar.


Acredite Se Puder

S E Castan
Inacreditavel

Propaganda de Guerra - Ontem e hoje

A primeira vitima de uma guerra e a verdade
<pdf> 4 pag.


 

O Revisionismo em Língua Português
Guerra = Mentira

trimestral de crítica histórica

Não acredite. Pense

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n° 6 --- outono de 2006 e inverno de 2007
SUMÁRIO
Conferência de Teerã / todo sobre Teerã
http://revurevi.net

Crónica de Viagem, Flávio Gonçalves
Medio centenar de 'negacionistas' han sido invitados por Irán para cuestionar la muerte de seis millones de judíos por los nazis, Ana Carbajosa
Extermínio classificado de mito, Daniel do Rosário
A perseguição pós-Teerão : A comissão disciplinar
Resposta, Por Flávio Gonçalves
Beit Hanoun, um jovem Palestino testemunha :"Eles atiram sobre tudo que se mexe"! Silvia Cattori Traduzido por Elaine Guevara
Sionismo - O Poder Da Intimidação
Pichadores e Caçadores de Livros em Acção, S. E. Castan
"Fui comandante de Auschwitz"...
Alemães expandem estudo do Holocausto, Nicholas Weill (Tradução de Clara Allain)
O MITO DO "HOLOCAUSTO"
Brasil: 500 anos de liberdade, Arnaldo Niskier
A propósito do anti-semitismo
"Agimos sempre sob provocação" Jair Krischke
Neonazismo, negacionismo e extremismo político By Jaír Kríschke
Onde nasceu o Hezbollah
Jornalista e professor Luis Milman esteve em Curitiba para lançar livro
Ensaios sobre o anti-semitismo contemporâneo: Sinopse: por Luís Milman
O estigma dos canalhas Antônio Aggio Jr
CARTA ABERTA A SOCIEDADE (e o nazista venceu) Mauro Nadvorny
O Caso Castan, por Carlos F. Menz
Falsa Memória, Gianpiero Gasparini
O Síndroma de Dresden, Robert Faurisson
Um mero engano, Rastros de um crime
POLEMISTA, CHOMSKY FOI ELEITO O MAIS INFLUENTE INTELECTUAL
A memória dos crimes continua viva Gustavo Carneiro
Tribunal gaúcho confirma condenação de editor por incitação a livro anti-semita
Editor de livros é condenado por discriminação racial
O SEQÜESTRO DE BOLÍVAR por Demétrio Magnoli
Conferência do Holocausto no Irã cria comissão internacional
Negação do Holocausto, Apologia ao Nazismo, Racismo e Anti-Semitismo no UOL
Autor do polêmico livro Páscoa de Sangue se retrata em Israel
Alemão de extrema-direita condenado a 5 anos de prisão por negar Holacausto
O Ventre Fecundo: Um Depoimento
JIMMY CARTER: EX-PRESIDENTE DOS EUA
JIMMY CARTER: UM MENTIROSO MANIPULADOR
Lançado no Rio de Janeiro livro com análise da cobertura do 11 de Setembro

 

n° 5 --- verano de 2006
SUMÁRIO
"Somos determinados"
Entrevista Concedida ao Der Spiegel --- o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad
Sempre um Combatente, Sempre um Terrorista Amira Hass
Um desastre absoluto! por Caroline Glick
O estupro de Dulcinéia Israel Shamir
As origens do "revisionismo histórico" por Victor Grinbaum
AUSCHWITZ: O GRANDE ÁLIBI
Congresso americano é território ocupado do lobby israelense por Charley Reese
"Nós somos nacionalistas, a nova face da América Latina" Por Jonas
Quanto Custa Israel? Richard Curtiss
Os Mentirosos Números Sobre Auschwitz
"A usura é o câncer da humanidade" Ezra Pound
Com Usura Ezra Pound
O nascimento da usura Ezra Pound
_O Síndroma de Dresden Robert Faurisson
Quem Foram Os Verdadeiros Ladrões de Dentes de Ouro? S. E. Castan
Sabias? S. E. Castan
Jornal A Notícia de Santa Catarina Abre Espaço Para Nazistas Victor Grinbaum
Números de Auschwitz e outros números Altair Reinehr
Anne Frank
Em Nova Versão...
O Diário
de Anne Frank
Elie Wiesel
Washington, DC - Abril, 1993
Carta Aberta ao Consul da Alemanha
A Lista de Schindler & Goldberg
Abade Pierre
Defende Revisionismo
6 Milhões de Cruzeiros Reais Não Atraem "Sobreviventes"
Ninguém se habilitou ao nada desprezível Prêmio... Veja Porquê!
Saiba Quem é Simon Wiesenthal
Banqueiros Judeus Financiaram Hitler? S. E. Castan
Finkelstein
e a Indústria do Holocausto Robert Faurisson
Entrevista telefônica com Norman Finkelstein
Elie Wiesel
Prémio Nobel da Paz, Mentiroso Serial ou Repetidor de Mentiras?
Jean-Claude Pressac
: In Memoriam Robert H. Countess
Hugo Chávez
e o revisionismo Marcelo Silveira
"O Holocausto é um mito"
Desde quando sabemos do Holocausto?
Um capítulo de sua reflexão sobre os direitos humanos: o texto "Quinze anos depois" e seus desdobramentos (Bobbio) Celso Lafer
MARCOS MILIÁRIOS

Outros numeros, ver a pagina da revista

 


Estão aqui alguns bons textos de introdução simples a nossa pesquisa:

AUSCHWITZ, BIRKENAU, MAJDANEK: «Fabricas da morte» ou camaras mortuarias e de «desinfecção»?

66 Perguntas e Respostas sobre o Holocausto

Arthur Butz, Pequena introdução ao estudo do revisionismo do Holocausto (1991)

João DAS REGRAS (Karl WISEMANN)

Um Novo Direito Internacional -- Nuremberg

Lisboa, A Nação, Janeiro 1947, Apêndice : Alfredo PIMENTA ; <pdf> 52 pag., 400 K

Em Fevereiro de 1947 foi publicada a segunda edição desta obra pela editora do jornal A Nação, não havendo conhecimento das Edições ULTIMO REDUTO, assim como, naturalmente, do autor deste prefácio, de que alguma outra tenha tido lugar posteriormente àquela data. Assim, é com orgulho e satisfação que apresentamos aos nossos leitores uma obra praticamente desconhecida do público
em geral e que, embora escrita quase há quase 50 anos, é, todavia, de grande actualidade e pertinência, não apenas pelo seu conteúdo histórico-jurídico, mas pelo que representa na encruzilhada histórica em que o mundo de hoje se debate e cujas raízes mais recentes devem ser procuradas a partir de 1945, ano em que a Europa, decididamente, parece ter aceitado, com a derrota militar alemã, a fatalidade de um suicídio colectivo...

Bradley Smith, Aquilo em que acredito, aquilo em que não acredito e porque.

O que é a Negação do Holocausto?

Definição do dicionário de: REVISIONISMO.

Hans Schmidt, Imagine o furor ! O que é o revisionnismo ?

VHO, O que é o revisionnismo ?

Bruce Hagen, Revisionismo do Holocausto em Poucas Palavras.

Inquérito e Resposta de A. Nunes da Silva

I. H. R. David Irving / Mark Weber


Agora, alguns estudos revisionistas:

Léon Degrelle, Carto ao Papa (1979) antes de la visita a Auschwitz.

Timtim : Um Perseguido ­ Ou a Juventude de Degrelle

Eu SS Tintim
<pdf> 13 p. 200 K.

 

António José de Brito, A lenda negra antinazista (1962) 1/2 & 2/2

A lenda negra antinazista
(pdf - 300 K)

O original inteiro em PDF em um clic

Richard Harwood, Seis Milhões Realmente Morreram ? [ 1 ] [ 2 ] ou
o original inteiro em um clic (formato PDF) e:

Seis Milhões Realmente Morreram ?
(pdf - 450 K)

O objetivo das próximas páginas é simplesmente dizer a Verdade. O eminente historiador norte-americano Harry Elmer Barnes uma vez escreveu que "uma tentativa de se fazer uma competente, objetiva e verdadeira investigação da questão do extermínio... é certamente a tarefa mais precária que um historiador ou demógrafo poderia tentar fazer hoje". Em tentar esta tarefa precária, esperamos fazer alguma contribuição, não apenas à verdade histórica, mas na direção de retirar o peso de uma mentira de nossos próprios ombros, para que possamos livremente confrontar os perigos que ameaçam a todos nós.

Ernst Zündel, Prefácio à nova edição de Harwood e comentários -- O que está errado ?

Carlos W. Porter, Nao culpados em Nuremberg.

Os documentos de Nuremberg ? Assim sendo o "julgamento por documentos" funciona da seguinte maneira: A, pessoa desconhecida, ouve alegadas afirmações verbais "feitas por B", e faz anotações ou prepara documento com base nessas alegadas declarações verbais. O documento é então apresentado como prova não contra A que fez a cópia mas contra B, C, D, E e uma série de outras pessoas embora nada haja para ligá-las ao documento ou às alegadas afirmações verbais. Declara-se de modo casual, como sendo fato, que "B disse" ou que "C fez" ou que "D e E sabiam". Isso vai contrariamente às regras de comprovação de qualquer país civilizado. Tampouco são os documentos identificados por testemunhas....

Paul Rassinier desmente...

OS MENTIROSOS NÚMEROS SOBRE AUSCHWITZ

S. E. Castan, A Verdadeira História do Levante do Gueto de Varsóvia.

João das Regras, Revelações Sobre as Derradeiras Revelações dos Martires de Nuremberga

 

 

Noticiais

Museu do "Holocausto" -- Washington, DC - Abril, 1993

Jean Plantin, Jovem Revisionista Francês condenado a pagar milhares de contos.

Revisionista Assume Academia de Letras. Historiador e escritor Sérgio Oliveira entra para a Academia Sul-Brasileira de Letras.

Mark Weber, Um olhar para o "poderoso lobby judeu", 2002.

Serge Halimi & Dominique Vidal, KOSSOVO, O genocide que não aconteceu.

 


ARQUIVO ROBERT FAURISSON


Em 'A Indústria do Holocausto', Finkelstein levanta questões explosivas, como as indenizações aos sobreviventes do genocídio, que não chegariam ao destino.
Antonio Sebastião de Lima: A indústria do holocausto


A lima do caso de Abade Pierre e Roger Garaudy


CHOMSKY, sempre acusado para ser um cúmplice desde que defendeu a liberdade dos revisionistas da expressão
Jean Bricmont, A reputação incômoda de Chomsky
.


Anne Frank ? Desnudar o grande e fabulosamente rendoso negócio em que se transformou esta falsificação histórica.... Por Acaso, Seremos Todos Idiotas ?


I. B. PRANATIS, O Talmud Desmascarado

Os ensinamentos rabinicos secretos a respeito dos cristãos e não-judeus.

Trechos do Livro Sagrado dos Judeus, escolhidos e comentados pelo Reverendo I. B. Pranaitis, sacerdote católico, Doutor em Teologia e professor de idioma hebreu da antiga Academia Imperial Eclesiástica da Igreja Católica Romana de São Petersburgo
<pdf>, 20 p.


Jonathan Schorsch : Historiadores Judeus Americanos, Colonos Judeus e Negros, e os Limites da Wissenschaft: Uma Análise Crítica


O genocidio que acontece agora na Palestina:

Antonio Sebastião de Lima, O Hitler judeu.


Nós escutamos nossos inimigos. Fizeram um livro inteiro de encontro a nós, em Brasil. Veja a introdução e dois capítulos, particularmente venenosos: Negacionismo: Génese e desenvolvimento do extermínio conceitual, por Luis Milman, e A negação dos assassinatos em massa do nacional-socialismo: desafios para a ciência e para a educação política, por o alemão Díetfrid Krause-Vilmar.


Algumas palavras livres

In Francia, a lei Gayssot, proposta pelo deputado comunista com o mesmo nome e aprovada em Julho de 1990, transformou em criminoso todo aquele que puser em causa ou negar a «verdade oficial» decretada pelo governo, relativamente ao «Holocausto».

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O nazismo foi um movimento totalmente deturpado pela mídia que sempre teve o controle judaico e os ditos horrores praticados estão sendo desmentidos à cada dia pelo revisionismo histórico. Já foi mais do que provado, pelo relatório Leutcher e sua posterior confirmação pela perícia polonesa, que Auschwitz não foi um campo de extermínio. Essa constatação levou o governo polonês a destruir, em 1990, o famoso monumento construído no local que fazia alusão a 4.000.000 de judeus mortos e teve a presença solene do papa João Paulo II na sua inauguração. Porque até hoje, após 9 anos, a mídia nunca noticiou este fato impressionante? Se existiu outra forma de extermínio sistemático porque omití-lo e inventar uma mentira? Qual o objetivo disso? As respostas são claras no revisionismo histórico cujos pesquisadores são perseguidos por incapacidade de serem contestados. Os dados levantados não são poucos e se baseiam, muitas vezes, em relatos da imprensa judia da época e contradições dos sobreviventes do holocausto que insistem em lutar contra a ciência ao defender a existência das câmaras de gás.
Além de desmintir as intenções nazistas, os revisionistas mostram com provas incontestáveis o benefício que a crença do "Holocausto" trás para Israel e a diáspora. Ela ajuda sobretudo nas milionárias indenizações de guerra que a Alemanha paga a Israel anualmente (em 1992 este valor correspondia aproximadamente a 10 vezes a dívida externa brasileira). Cabe ressaltar que a Alemanha depois da guerra nunca representou um país alemão, seus dirigentes ou foram judeus sionistas ou judaizantes, à exemplo de Helmut Kohl, acusado atualmente de suborno.
Tenho outras informações bem interessantes. Abraços Walter.
<http://www.montfort.org.br/perguntas/nazismo.html>

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No Simpósio Revisionismo e Neonazismo, ocorrido na Faculdade de Direito da UFRGS, tais temas foram debatidos e analisados. Entre os intelectuais presentes, um dos organizadores concedeu-nos esta entrevista.
O Dr. Paulo G. Fagundes Visentini, diretor do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados, autor dos livros "10 Anos que Abalaram o Século XX" e "História do Século XX", entre outros, comenta o momento político, social e econômico atual e, sob a perspectiva histórica, descreve um quadro que é, no mínimo, preocupante.[...]

Os revisionistas buscam ocupar um espaço político mostrando que houve conspiradores, mentiras foram ditas durante muito tempo. O Revisionismo evolui rapidamente para o Negacionismo, ou seja, não há interesse em descobrir a verdade, mas a defesa da idéia de que as vítimas dos crimes seriam os reais culpados. Nega-se os grandes crimes de guerra cometidos no Terceiro Reich, baseando-se em elementos pseudocientíficos de pesquisa e de revisão da História.
Dado o baixo nível da educação escolar, é justamente entre jovens estudantes que se instalam essas idéias. Os desenhos animados que vêem na TV são a essência do individualismo e da competição, e a introdução de idéias de ódio ao diferente não seria uma surpresa. Vivemos numa civilização da imagem, de linguagem simples e primitiva, numa fantasia da "Rosa Púrpura do Cairo". É criada a sensação de que as coisas vão maravilhosamente bem e que nada preciso ser feito porque não há necessidade de mudança. A mídia edita as entrevistas para conformar as opiniões ao que acredita a priori.

Não falar para não provocar
Até recentemente, acreditávamos que o melhor era não falar, para que não houvesse um palco para as idéias extremistas se manifestarem.
<http://www.nuances.com.br/publicacoes/txt-esmagando.htm>


A RAZÃO DE SER DO AAARGH

Um espectro assombra o mundo. O espectro do revisionismo. De entre as muitas conotações de que a palavra «revisionismo» se tem podido revestir, a mais comum é, hoje em dia, a que refere como revisionistas aqueles que aceitam como facto demonstrado que o gaseamento em massa nos campos de concentração alemães durante o regime nazi não pode ter ocorrido. Consideram ainda, juntamente com muitos especialistas, que não existem números fidedignos para as perdas inegavelmente grandes sofridas pelas comunidades judaicas durante a Segunda Guerra Mundial. Solicitam a aplicação dos métodos históricos objectivos usuais no sentido de analisar os acontecimentos que conduziram ao desfecho da Guerra, porque ela é uma parte integrante da nossa história comum.

O REVISIONISMO NÃO É POLÍTICO E NÃO TEM UMA POLÍTICA PRÓPRIA

O revisionismo é o facto de base de qualquer aproximação histórica. É nele que reside a diferença entre História e dogmática religiosa. Num dogma religioso, a verdade é suposta estabelecida e autenticada para sempre. Não existe lugar para a dúvida. O ser humano sente necessidade de certezas e pode encontrar conforto em dogmas estabelecidos há longo tempo no seio das suas culturas.

A História é uma procura de compreensão do passado a partir do ponto de vista do presente. Hoje, no momento presente, sentimos a necessidade de conhecer e compreender, nos nossos próprios termos, o que aconteceu há 20 ou 50 ou 500 anos. O que os nossos predecessores compreenderam é apenas uma parte do quadro completo. Precisamos REVER os seus julgamentos através da nossa maneira de pensar e talvez através dos documentos que encontramos ou que consideramos de maneira diferente. A nossa compreensão evolui em permanência. Isto é verdade para a interpretação de Átila ou de Júlio César, isto é verdade para a Renascença italiana ou para a Revolução Francesa. Isto será uma verdade inescapável para a interpretação da Segunda Guerra Mundial e de todos os sofrimentos por ela criados em muitos locais do nosso pequeno mundo.

Os revisionistas pertencem a todas as tonalidades de convicção política. Mas têm sido vítimas dos mais viciosos ataques físicos, intelectuais e legais, coordenados e organizados por aqueles que se encontram comprometidos com a defesa de Israel e com os privilégios políticos, financeiros e militares que Israel consegue através de uma visão convencional, parcial e, em nossa opinião, enganadora da Segunda Guerra Mundial. É por esta razão que todos aqueles que foram vítimas desses ataques ferozes desenvolveram um sentido de solidariedade que ultrapassa as suas visões políticas individuais, vastamente diferentes entre si. Reconhecem que os factos são de importância primordial e que deveriam ser estabelecidos pelos métodos convencionais para a escrita da História. A interpretação dos factos é um problema pessoal de cada um e não diz respeito ao revisionismo em si. Os revisionistas, como tais, não se ocupam com raças e racismo, ou com os tabus estabelecidos pelo fiat deste ou daquele grupo, ou com algum pressuposto político ou alguma sugestão de que a verdade deva ser submetida a algum poder político ou alguma razão de estado.

Na Europa, nós, revisionistas de todos os quadrantes, queremos expressar a nossa gratidão àqueles que na Suécia controlam a Rádio Islão e estabeleceram o primeiro site revisionista europeu da Internet. Desde a queda da União Soviética, qualquer um pode ver que o Islão está indigitado como o próximo Inimigo Oficial que os nossos vendilhões de guerras, indústrias de armamento, lobbies petrolíferos e políticos impotentes necessitam. Como revisionistas, estamos habituados a distinguir o conteúdo de propaganda pateta das pseudo-notícias veiculadas pelos media. Sabemos que as falsidades políticas e históricas são os alicerces necessários para a preparação da guerra. Estamos comprometidos na luta contra essas falsidades quando as detectamos.

O espectro está a caminho de se materializar. Os media, os círculos políticos, todos são invadidos pela ilusão de que a Internet está totalmente pervertida por uma conspiração revisionista imensamente poderosa. Como tem sido o caso durante os últimos 20 anos, o nosso enorme poder é quase inteiramente produzido por essa ilusão dos nossos adversários. Somos uma mão-cheia de indivíduos sem poder e com poucas ligações a ele, e sem dinheiro algum. Mas fizemos o nosso trabalho de casa. Sabemos de que falamos. Esta é a nossa única força; e num mundo de mentiras, meias-verdades e quase completa ignorância, esta força produz resultados extraordinários. Convidamos os nossos visitantes a percorrer o nosso site. Utilizamos diversas línguas, mas não temos todo o material traduzido em todas as línguas por falta de tradutores (solicitam-se voluntários). Convidamos ao uso do conhecimento de línguas na deslocação de umas para outras secções.


Não creio em bruxas, mas que existem, existem.

Outros links -- sites revisionistas em portuguès:

Esta recomendação de dar uma olhada nos conteúdos de outros sites não deve ser interpretada como uma concordância com tudo que está escrito nos mesmos.

<http://rhistorico.tripod.com>

<http://revision5.b3.nu>

<http://www.geocities.com/CapitolHill/9797>

<http://www.geocities.com/nationx2000/room/REVISIONISMO/>

<http://abbc.com/islam/portugues/portu.htm>

Radicais de países com atuação virtual controlada encontram abrigo onde as dificuldades são menores. O site Radio Islam , localizado nos EUA e profundamente anti-sionista, é talvez o maior acolhedor mundial de revisionistas, nazistas, neonazistas e extremistas de todas as tendências do mundo. Lá está também a maior lista de links radicais do planeta. Intitulada The most important addresses, a lista contém, entre outros, links para páginas de brasileiros. Comentário em inglês para uma homepage brasileira: "Um fino website do revisionismo, em português."

Financiada pelo marroquino Ahmed Rami, que vive na Suécia, esta homepage é o maior bastião de ódio racista do planeta e é apresentada em doze línguas diferentes, incluindo o português. Rami conseguiu até hoje viver na Suécia sem enfrentar processos.[...] O trabalho intelectual está representado pelos principais ideólogos, historiadores, políticos e até jornalistas especializados. Ernst Zuendel, David Irving, David Duke, Bradley Smith são apenas alguns dos principais gurus à disposição dos seguidores. Todos eles com serviço de e-mail para os interessados.

Dois brasileiros estão entre as referências do revisionismo em escala mundial: Sergio Oliveira, ex-militar e autor de livros revisionistas traduzidos em diversas línguas, e Siegfried Ellwanger, que também assina como S. E. Castan, igualmente traduzido em inglês e alemão e ao mesmo tempo proprietário da Revisão Editora em Porto Alegre. Os dois têm textos "hospedados" no site Radio Islam.

INTERNET, A invasão neonazista, Antônio Bulhões
<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/pb201199.htm>

<http://www.ort.org.br/projetos/holocausto/revision.htm>

<http://www.vho.org/Intro/P/>

<http://www.nosferatus-usa.hpg.ig.com.br/000.htm>

 

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Este texto foi indicado na Internet, e enviado a você como uma ferramenta para a finalidade educacional, uma pesquisa mais adicional, sobre uma base non comercial e justa do uso, pelo o Secretariado Internacional da Associação de Antigos Amadores de Recitais de Guerra e Holocausto. Nosso endereço postal é: AAARGH, PO Box 81 475, Chicago, IL 60681-0475, Estados Unidos da América.
Você pode alos escrever-nos a: <aaaarghinternational -- at -- hotmail.com>
Nós vemos o ato de indicar um original escrito no Internet como o equivalente a indicá-lo nas prateleiras de uma biblioteca pública. Custa-nos um bocado pequeno do trabalho e do dinheiro. O único benefício resulta ao leitor que, nós supõe, pensa livremente. Um leitor procura um original na Internet em seus próprios riscos. Quanto para ao autor, não há nenhuma razão supôr que compartilha de responsabilidade para outras escritas indicadas neste local. Porque as leis que reforçam uma censura específica em alguma pergunta histórica se aplicam em vários países (Alemanha, Francia, Suiça, Israel, Canadá, e outros) nós não pedimos sua permissão dos autores que vivem em estes lugares: não teriam a liberdade a consentir.
Nós acreditamos que nós estamos protegidos pela carta patente das direitas humanas:
ARTIGO 19. «Todos têm o direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de adoptar opiniões sem interferência e de procurar, receber e espalhar informação e ideias através de quaisquer meios e sem atender a fronteiras».
Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de Dezembro de 1948.

A maior e mais sofisticada parte do nosso site encontra-se em francês. Temos igualmente textos em alemão, italiano e castelhano, e não são necessariamente os mesmos. Se domina várias línguas e deseja aumentar o seu conhecimento, não deixe de percorrer as diversas secções.

Você downloaded este original do seguinte endereço:
<http://aaargh.com.mx/port/port.html>

<aaarghinternational -- at --hotmail.com>